Perguntas Frequentes

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Bem-vindo à página de Perguntas Frequentes do Lustosa.

Aqui você encontrará respostas para algumas das questões mais comuns entre nossos clientes.


  • Medicamentos interferem nos exames?

    Alguns resultados de exames podem ser afetados pelo uso de medicamento, portanto, oriente-se junto ao seu médico para avaliar a necessidade de interrupção temporária de seu uso. Caso não seja possível, esta informação deve ser levada em conta na interpretação dos resultados.

    Existem exames que são realizados especificamente para avaliar a dosagem de um medicamento ou a sua ação terapêutica. Neste caso, é importante seguir as orientações abaixo:

    • Manter, obrigatoriamente, o horário usual de tomar o medicamento. Comparecer ao laboratório para coleta do sangue antes da ingestão da próxima dose ou conforme o pedido médico. 

    • Estar com a dosagem estável da medicação por pelo menos 2 dias.

    • Caso o medicamento seja usado apenas uma vez ao dia, a coleta deve ser feita de 12 a 24 horas após a dose.

    • Caso o medicamento seja usado duas ou mais vezes ao dia, a coleta deve ser feita uma hora antes da próxima dose.

    • Em suspeitas de intoxicação, o exame pode ser feito a qualquer momento.

  • Posso fazer exame gripado, resfriado ou com febre?

    Alguns exames são solicitados para o diagnóstico e interpretação médica das causas da febre. Nestes casos, exames específicos são solicitados e devem ser colhidos imediatamente.

    Exames realizados para controle clínico ou avaliação de outras condições que não se vinculam ao quadro febril devem ser realizados em estado metabólico, alimentar e prática de atividades estáveis por no mínimo duas semanas. Portanto, não realize estes exames no momento da febre, gripe e resfriados.

  • Beber água interfere no jejum?

    Não. Água não interfere no jejum porque não possui calorias e substâncias que interfiram nos principais metabolismos orgânicos. Porém, para realização do exame de urina, recomenda-se a ingestão habitual de água para evitar diluição da urina.

  • Outra pessoa poderá retirar meus resultados?

    Sim, desde que autorizado pelo cliente e portando os protocolos obrigatórios.Contudo, alguns exames exigem a entrega somente ao paciente, como exames de HCG e HIV. 
  • Fumar no dia do exame interfere no resultado?

    Existem exames que sofrem interferência pelo ato de fumar, como os exames de curva glicêmica, cortisol, carboxihemoglobina. Neste caso, deve-se evitar fumar no dia do exame.
  • Precisa de pedido médico para realizar os exames?

    Somente o médico, após análise clínica, saberá indicar qual exame é mais apropriado para sua avaliação. Porém, o paciente pode se responsabilizar e realizar exames sem pedido médico como atendimento particular. Esta responsabilidade é do cliente, lembrando sempre que a interpretação do resultado do exame é um ato médico.
  • A coleta de sangue pode causar hematoma?

    O hematoma é sinal de presença de sangue nos tecidos e fora das veias. Eventualmente, podem ser formados durante o processo de coleta em veias mais delicadas ou com maior pressão sanguínea, por falta de compressão local ou esforço após a coleta (carregar bolsas, sacolas). Alguns medicamentos dificultam a coagulação do sangue e favorecem o aparecimento do hematoma (aspirina, marevan e outros anticoagulantes). O hematoma é temporário, em geral, sem gravidade e evolui normalmente para o desaparecimento.
  • Preciso desprezar o primeiro jato de urina?

    Sim. Para exames de rotina, cultura, gram e antibiograma, o primeiro jato da urina funciona como uma limpeza da uretra, eliminando células e secreções, garantindo que a urina necessária para a realização do exame não seja contaminada por materiais da uretra.

  • Posso fazer exame após atividade física?

    Alguns exames podem sofrer interferências da atividade física, como é o caso da dosagem de PSA, Prolactina, Hemograma. Portanto qualquer exame deve ser realizado em condições estáveis, pois os valores de referência para auxílio na interpretação dos resultados foram definidos em pacientes sob condições basais, sem atividade física.

  • Todos os exames devem ser colhidos pela manhã?

    Alguns exames são colhidos obrigatoriamente pela manhã, como é o caso do ACTH, Prolactina, Hormônio do crescimento, por exemplo. Estes exames possuem maior concentração no período da manhã, sendo o momento ideal para investigar possíveis alterações.

    Outros exames podem ser colhidos em qualquer momento, pois não exigem preparo ou condição especial de coleta, como é o caso do hemograma, exames de hepatite, HIV, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus, entre outros.

  • O que são vacinas e como agem no organismo?

    As vacinas são o meio mais seguro e eficaz de nos protegermos contra algumas doenças infecciosas. Elas são produzidas/obtidas do próprio microrganismo agressor. O funcionamento das vacinas no corpo acontece porque elas se passam por agentes infecciosos, estimulando a produção de anticorpos específicos contra a doença em questão. Assim, ensinam o nosso organismo a se defender de forma eficaz. Desta maneira, quando o ataque de fato acontece, a defesa do nosso corpo é reativada por meio da memória do sistema imunológico. Isso faz com que a ação inimiga seja muito limitada ou, como acontece na maioria das vezes, totalmente eliminada antes que a doença se instale.

  • Todos nós reagimos da mesma forma à vacina?

    A vacinação é uma imunização ativa. Isto é, depende da resposta do sistema imunológico de cada indivíduo. Em geral, quanto mais jovem, melhor é a resposta do sistema imunológico. Já as pessoas com doenças crônicas, ou com deficiência no sistema imunológico, podem apresentar uma resposta menos eficiente. Além disso, pessoas imunodeprimidas e gestantes (pelo risco de infecção do feto) não podem receber vacinas vivas atenuadas, devido ao risco teórico de desenvolverem a doença. 

  • Por que para algumas doenças precisamos de vacinas somente uma vez?

    Nem toda vacina gera proteção para sempre, já outras, imunizam para a vida toda, como as vacinas da hepatite A, sarampo, caxumba e hepatite B. Outras necessitam de doses periódicas de reforço como a difteria, o tétano e a coqueluche. Mas vale lembrar que toda doença infectocontagiosa, mesmo as que possuem vacinas que geram proteção permanente, oferece risco de complicações que podem deixar sequelas e levar algumas pessoas a necessitarem de internação, com possibilidade de óbito. Por isso recomenda-se a vacinação, que não oferece esse tipo de risco.

  • Conheço crianças que não tomaram vacinas e não adoeceram. Por que isso acontece?

    Felizmente, muitas doenças, inclusive as graves, não acometem 100% dos indivíduos graças, justamente, às vacinas. Isso porque quanto maior o número de pessoas vacinadas em uma comunidade, menor a chance das não vacinadas adoecerem. Contudo, é muito difícil – ou praticamente impossível – prever quem adoecerá e, principalmente, quem desenvolverá as formas mais graves das doenças. Por isso a imunização é fundamental para a saúde do indivíduo e da comunidade no qual ele vive.

  • Como posso ter certeza de que as vacinas são seguras?

    Foi por meio das vacinas que a erradicação da varíola e o controle de diversas doenças, como a poliomielite (paralisia infantil), sarampo, coqueluche, difteria, entre outras, se tornou possível. Isso comprova a eficácia das vacinas em promover proteção com segurança. Eventuais reações - como febre e dor local - podem ocorrer após a aplicação de uma vacina. No entanto, os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos dessas reações temporárias. Também é importante ressaltar que toda vacina licenciada para uso passou por diversas fases de avaliação, desde os processos iniciais de desenvolvimento, produção até a fase final de aplicação, garantindo sua segurança.

  • A aplicação de muitas vacinas em um mesmo dia faz mal?

    A aplicação conjunta de vacinas apropriadas para esse tipo de procedimento não implica risco para a saúde. Nosso organismo está preparado para responder de forma adequada. Ou seja, para produzir os anticorpos que serão estimulados pelas diferentes vacinas.

  • A amamentação sozinha não consegue proteger o bebê?

    Não de forma ampla e prolongada. A amamentação pode oferecer proteção direta por meio da transferência de anticorpos pelo leite materno (desde que a mãe os tenha). Entretanto, essa proteção é temporária e limitada. Como nos primeiros meses de vida o organismo do bebê já tem condições de responder aos estímulos das vacinas, produzindo anticorpos específicos contra diversas doenças, é de fundamental importância realizar a vacinação para que seu organismo desenvolva proteção de forma mais consistente e prolongada.

  • O que é a imunidade natural do bebê e quanto tempo dura a proteção dos anticorpos que a mãe passa para ele?

    O bebê nasce com o sistema imunológico imaturo. A produção de anticorpos, assim como de outros mecanismos de defesa contra agentes agressores da sua saúde, vai ocorrer ao longo de seu desenvolvimento. Embora os anticorpos maternos transferidos via cordão umbilical, ou leite materno, possam proteger o bebê, essa proteção é variável, temporária e dependente de fatores como a imunidade natural da mãe e as vacinações que ela tenha recebido, variando também para cada doença que o bebê possa adquirir. Portanto, a proteção será mais duradoura e específica na medida em que o organismo do bebê produza os próprios anticorpos.

  • Por que iniciar a vacinação de crianças tão cedo?

    As crianças pequenas são as mais suscetíveis às doenças, uma vez que suas defesas imunológicas ainda não estão bem formadas. Logo, quanto mais cedo for iniciada a vacinação, mais cedo elas ficarão protegidas. O índice de mortalidade infantil caiu 77% no Brasil em 22 anos e as vacinas estão entre os recursos que mais contribuíram para esse resultado.

  • Por que são necessárias tantas doses de uma mesma vacina no primeiro ano de vida?

    Ao nascer, o bebê traz no sangue muitos anticorpos da mãe, transferidos durante a gravidez.

    Eles são importantes para a proteção enquanto o bebê não produz seus próprios anticorpos, contudo, as células de defesa herdadas podem interferir na efetividade das vacinas. Daí a necessidade de várias doses no primeiro ano de vida. Além disso, a imaturidade do sistema imunológico da criança requer mais doses de vacinas para obtenção de uma boa resposta.

  • Já que meu bebê só fica em casa, posso começar a vaciná-lo mais tarde ou só quando for para a escola?

    A recomendação é para não esperar. Você deve vaciná-lo nas idades descritas no calendário de vacinação por várias razões: o bebê recebe, via placenta, alguns anticorpos da mãe, dependendo das doenças que ela já teve. Com o passar dos meses, a concentração desses anticorpos diminui, o que torna a vacinação ainda mais relevante para que ele fique protegido. Além disso, algumas doenças não fornecem anticorpos suficientes para serem transferidos ao bebê, que fica suscetível desde o nascimento para tais enfermidades.

  • Posso espaçar ou atrasar algumas vacinas para meu bebê não tomar tantas delas em um único dia?

    Pode, porém sempre com orientação médica. O calendário é uma forma de organizar as vacinas por doses e faixas etárias preconizadas, o que não impede uma pequena variação. Você deve respeitar o número de doses para a faixa etária e o intervalo mínimo entre elas, além de prestar muita atenção ao prazo limite para aplicação de cada uma. A vacina somente confere a proteção prevista quando todas as doses são aplicadas na quantidade e prazos determinados na bula.

  • Como fazer se eu precisar comprovar que já fui vacinado, mas perdi o cartão?

    O recomendado é refazer a vacinação. Não há problema em repetir doses, mas é aconselhável evitar aplicações em um curto período de tempo para prevenir a ocorrência de eventos adversos (complicações indesejadas).

  • Caso eu esqueça de tomar alguma dose de vacina por muito tempo, preciso recomeçar do zero o esquema de vacinação?

    Não é necessário. O lema da vacinação é "dose dada é dose contada". Se uma dose foi feita há muito tempo, você deve continuar o esquema respeitando o intervalo entre as próximas doses. Por exemplo: para se proteger da hepatite B, são necessárias três doses. Se tiver sido realizada apenas a primeira, você deve completar o esquema recebendo as duas doses restantes, independentemente do tempo transcorrido. Portanto, independentemente do tempo entre uma dose e outra, retoma-se o esquema vacinal a partir do momento que o mesmo foi interrompido. Mas é importante guardar o cartão de vacinação para que esse registro seja verificado pelo profissional que fará a nova aplicação. 

  • Existe alguma vacina que não pode ser tomada junto com outra. Por quê?

    Sim. Há casos em que a aplicação conjunta pode gerar interferência na eficácia de uma ou de ambas as vacinas. Um exemplo são as vacinas febre amarela e sarampo, que preferencialmente, devem ser aplicadas com um intervalo de 30 dias, exceto se o risco para as duas doenças for grande e não há tempo para esperar 30 dias – no caso de viagem para área onde haja ocorrência de ambas, por exemplo. Diante dessa situação, solicite que seu médico avalie o risco-benefício, ou seja, se é melhor garantir algum nível de proteção do que nenhum.

  • O que são vacinas combinadas?

    As vacinas combinadas são aquelas que oferecem proteção para mais de uma doença com a aplicação de uma única injeção. São exemplos: a tetraviral, que protege do sarampo, caxumba, rubéola e varicela; a penta bacteriana acelular, que oferece proteção para a poliomielite, difteria, tétano, coqueluche e haemophilus; a hepatite A e B, que protege das duas hepatites; a hexa acelular, que gera proteção contra poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, haemophilus e hepatite B; a tríplice viral, que protege do sarampo, da caxumba e da rubéola; a tríplice bacteriana, contra difteria, tétano e coqueluche, entre outras. Para mais informações procure nossa unidade vacinadora.

  • Por que algumas vacinas precisam ser tomadas por toda a vida e outras não?

    Porque algumas vacinas não geram proteção permanente, necessitando doses de reforço ao longo da vida para que os anticorpos – agentes de defesa – continuem em níveis adequados, garantindo a imunização.

  • O que aconteceria se todas as pessoas parassem de tomar vacina?

    Em uma situação em que todos parassem de tomar vacinas, toda a população ficaria vulnerável (suscetível) a doenças que hoje são prevenidas por vacinas. Em alguns países da Europa, onde uma parcela da população não tem sido vacinada contra sarampo e rubéola nos últimos anos, está ocorrendo o ressurgimento dessas doenças com sensíveis e nocivas consequências à Saúde Pública como: surtos, gastos com tratamento e internações e até mesmo a morte. 

  • Por que nem todas as vacinas são gratuitas?

    É impossível a qualquer governo – mesmo dos países mais ricos – oferecer gratuitamente todas as vacinas existentes, seja por questões econômicas ou de produção (abastecimento). O Programa Nacional de Imunizações (PNI) foi implantado em 1973 e é considerado um dos melhores no mundo. O calendário básico infantil do SUS oferece 12 vacinas que previnem mais de 20 doenças. As demais vacinas licenciadas pelo Ministério da Saúde (MS) para uso no Brasil, e disponíveis na rede privada de vacinação, são igualmente importantes e devem ser consideradas na proteção de cada indivíduo. A partir desse esforço conjunto entre o público e o privado é que conseguiremos alcançar taxas cada vez mais altas de prevenção de doenças infectocontagiosas.

  • Todas as informações que circulam sobre vacina na internet são seguras?

    Infelizmente, não. A internet nos oferece um universo de possibilidades, com acesso a conteúdos produzidos em todo o mundo, mas nem tudo é sério e confiável. A disseminação de informações de forma precipitada, não conclusiva e consolidada, é constante e pode causar grandes impactos, principalmente quando envolve equívocos. Na área da Saúde, alguns pontos básicos devem ser considerados ao se consultar informações na rede:

    - Priorizar a busca em sites de órgãos oficiais;

    - Acessar informações de sociedades científicas, instituições tradicionais de competência e seriedade reconhecidas;

    - Sempre consultar mais de uma fonte de informação.

  • A vacina pode causar doença?

    Existem dois tipos básicos de vacinas: as inativadas (de vírus morto) e as atenuadas (de vírus enfraquecido). As primeiras são produzidas por diferentes tecnologias que inativam os agentes infecciosos — geralmente são usados partes destes agentes, sem conteúdo genético, ou seja, sem vida. Portanto, não há qualquer possibilidade de causarem doença. Já as vacinas atenuadas são produzidas de forma a enfraquecer a ação do agente agressor. Ao serem administradas, tal agente se multiplica no organismo o suficiente para estimular uma resposta imunológica adequada e segura. Porém, a pessoa pode, ocasionalmente, apresentar reações semelhantes às da doença, no entanto de forma muito branda.

  • Existem vacinas que precisam de menos doses em crianças mais velhas. Então, não é melhor esperar para vacinar?

    A recomendação da idade para aplicação de cada vacina leva em conta os dados epidemiológicos da população e a suscetibilidade dos indivíduos em cada faixa etária, tanto para o adoecimento quanto para complicações da doença. Um exemplo é a vacina pneumocócica conjugada: a maior incidência de doenças pneumocócicas invasivas e seus desfechos mais graves acontecem em crianças menores de 1 ano. Exatamente nessa idade, para obtenção de resposta imunológica adequada, são necessárias mais doses da vacina. Adiar a vacinação para depois de um ano pode colocar a criança em risco justamente durante o período em que ela se encontra mais suscetível à doença e à suas forma de evolução mais graves. 

  • Por que não colocar todas as vacinas em uma única injeção?

    Os produtos devem sempre ser utilizados de acordo com a recomendação do fabricante. Isso porque os diversos componentes da formulação de uma vacina – adjuvantes, estabilizantes, conservantes e antígenos vivos ou inativados – podem gerar interferências com os componentes de outra vacina se elas forem simplesmente “misturadas" em uma só seringa. Para a obtenção de vacinas combinadas (em que várias vacinas são incluídas em uma única formulação), foram necessários anos de pesquisas para garantir que não haveria alteração na segurança e na capacidade de gerar proteção.

  • Gestante pode receber todas as vacinas?

    A gestante não pode receber todas as vacinas, em especial as vacinas virais (vacina atenuada), ou seja, aquela em que o vírus encontra-se vivo, porém, sem capacidade de produzir a doença. Alguns exemplos contraindicados durante a gravidez são as doses contra caxumba, febre amarela, poliomielite, rubéola, sarampo, tríplice viral, varicela e varíola. Por isso, se a paciente não estiver imunizada contra qualquer uma delas, a vacinação deve ser feita pelo menos 28 dias antes do início de uma gravidez. Esta medida é importante porque a vacinação de vírus atenuado pode alterar no desenvolvimento neurológico do bebê.

  • A vacina de Febre Amarela pode ser aplicada a partir dos 60 anos de idade?

    A partir dos 60 anos de idade, a pessoa deve ser avaliada pelo médico quanto ao seu estado imunológico, prováveis doenças em atividade e risco epidemiológico. Para as pessoas suscetíveis em situação de risco de contato com o vírus selvagem, o médico deve, portanto, avaliar o risco-benefício antes de prescrever a vacina. Sendo assim, a vacinação para maiores de 60 anos para Febre Amarela requer a prescrição médica.

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